terça-feira, 24 de maio de 2011

"Nele cabe o que não cabe na dispensa"

Pergunto-me como uma música pode mexer tanto com uma pessoa?
Engraçado que tem vezes que não sei ao certo qual o sentimento que sinto quando isso acontece.
Estou escrevendo ao mesmo tempo que estou sentindo isso.
Num sei nem ao certo o que escrever.
Somente sei que o sorriso não abandona meu rosto!
x)

Música da postagem (e desse estado de espírito)
http://www.youtube.com/watch?v=QW0i1U4u0KE

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Encontrando-me no perdido

Que energia!
A todos que fizeram parte desse fim de semana, agradeço imensamente, principalmente a Railza.
Mesmo na defensiva, estou avançando com meu escudo. Ganho meu espaço pouco a pouco, sem perder a essência (pseudo-hippie-hare-revolucionário-retardado como diria Will). Isso depois de me entorpecer de sensações como se fosse uma criança, mas a realiadde está apresentando a verdade.
MENTIRA!
AUHAUHAUHAUHUAHa
Estou tentando escrever para poder me enganar.
Estou entorpecido com esperança e sei que ainda vou sofrer muito com a ressaca da realidade.

Música da postagem
http://www.kboing.com.br/lenine/1-1014384/#

Acho que eu li isso em algum canto, mas não lembro onde.
A interpretação cabe, em parte ao escritor, noutra ao leitor.

domingo, 22 de maio de 2011

Retorno

Depois de tanto tempo e ainda escondendo-me por trás de desculpas idiotas, retorno aos escritos (muito além da estética ou qualidade).
Findando a superfilosofia.
Findando o falar desnecessário.
Findando a demagogia.
Findando o ser, mas não negando a essência, apenas o desenvolvendo a partir das experiências.
Isso é inato ao ser humano, mas quando se tem consciência e racionaliza-se, o processo pode ser mais ameno.
E vai ser!

Música da postagem
http://www.youtube.com/watch?v=ql-VMk71yy8&feature=list_related&playnext=1&list=AVGxdCwVVULXfuU2DqbxauDiRbBgcHkxix

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Vida

Catando pedras para reconstruir meu castelo
Quando tiver pronto, convido todos para visitá-lo.
Afastado por um tempo

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Besta é Tu?

"Besta é tu! Besta é tu!
Besta é tu! Besta é tu!
Besta é tu! Besta é tu!
Besta é tu! Besta é tu!
Besta é tu! Besta é tu!
Besta é tu! Besta é tu!"

É válido deixar de ser "besta" para se tornar algo/alguém que não você?
Até quando uma mudança é inerente do caminhar natural das coisas?
Ou será que todas as mudanças são respostas às pressões sociais?
Realmente, é "preci-necessário" existir a rotulação dos bestas e dos não-besta?

No mais,
fico sentado na cadeira do pc escutando e cantando (não sei se pra mim mesmo).

(Besta é tú - Novos Baianos)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

10.09.2010

Hoje revi uma pessoa de valor indispensável.
Passei um tempo tentando imaginar algo para que eu pudesse comparar suas qualidades, mas percebo agora o quanto isso é dispensável.
Uma esperança surge em mim quanto ao medo das mudanças. Uma hora em outro mundo, noutro do meu lado me suportando .
Não precisava dizer isso aqui, mas como já disse antes, o que seria dos “escritores”, se não fosse o desejo de serem lidos mesmo que neguem ou façam cara de surpresa.
-Sério?
- Você leu mesmo?
-Gostou de verdade?

Hoje revi uma pessoa de valor indispensável.
Tento reerguer meu castelo com essa outra pessoa marcante na minha vida, mas o vento do egoísmo, a chuva da indiferença e a criança pentelha da inquietação sempre tentam atrapalhar, mas sei que devo continuar a construir/reformar/reconstruir/resignificar/ redecorar, mesmo sabendo que o mar da imprecisão (o tempo) sempre vai destruir/deformar/desconfigurar / abalar.

Para completar.
Uma forma não tradicional de vislumbrar amor/paixão/desejo, foi o que senti ao assistir “Vicky Cristina Barcelona”. Não me respondeu, mas me deu motivo para ficar dialogando comigo mesmo nessa noite que certamente não dormirei por conta do café que me fez companhia nos momentos de reflexão do dia.
Amigos/tempo/recomeço/mudanças/amor...

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Apostando pela última vez (será?)

Lugar fechado, neblina de fumaça de cigarro, meia-luz, tensão ao máximo e uma aposta. (o clichê de sempre)

Um duelo de pôquer...
sei que falta revelar apenas mais uma carta e que o meu oponente (e que oponente!) tem quatro “ases” na mão e eu apenas cinco pobres números distintos, cinco cores distintas, cinco símbolos distintos, aliás cinco cartas inexistentes na lógica do pôquer.

- Falta uma ainda. Vai ser ela! (Buiu)
- Como assim ela? Que carta é essa? (Diego)

Apego-me apenas na idéia que ela existe e que virá.
-Que porra é isso? Acorda, “véi”. Viagem torta é essa? (Diego)
- Que nada, meu irmão. Não sei qual é, mas imagino sendo uma dizendo assim: “Ganha jogo.” ou “Escolha as cartas que você quiser do baralho. Válido apenas para Buiu, como forma de prêmio.”(Buiu)

Que se puxe a última carta...

Apenas um outro ás.

Vejamos pelo lado positivo. Eu não posso perder a aposta, uma vez que já era algo perdido.

- Jogar buraco na “brinca”?